Federal University of Jequitinhonha and Mucuri Valleys (UFVJM)

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Continuidade das bolsas de pós-graduação é tema de reunião da PRPPG com bolsistas

O Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Murilo Xavier, reuniu cerca de 150 alunos bolsistas de pós-graduação da UFVJM na semana passada para explicar a situação dos pagamentos das bolsas financiadas pela Fapemig, Capes e Cotas Institucionais. O encontro foi no Campus JK com transmissão online para os campi Janaúba e do Mucuri. Segundo Murilo, a situação é crítica: "a previsão da Capes só chega até agosto e, pela Fapemig, a universidade já perdeu 120 bolsas, o que representa um impacto de R$ 504 mil".

O Pró-Reitor informou sobre as ações externas que estão em andamento com o objetivo de fortalecer as instituições que sustentam a pós-graduação no estado (Fapemig) e no país (Capes) e também sobre as ações internas realizadas pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) para as Cotas Institucionais. Existe um grande movimento de sensibilização da sociedade sobre a importância do financiamento para a pesquisa e o prejuízo causado pelos atrasos no pagamento e pelo corte de bolsas. Os estudantes foram chamados a apoiar essa luta.

A UFVJM conta hoje com 175 bolsistas de mestrado, 77 de doutorado e 117 de iniciação científica.

 

O pró-reitor da PRPPG explica sobre a situação crítica do pagamento de bolsas. Fotos: Cristina Vieira/UFVJM

Last Updated on Thursday, 25 April 2019 12:12
 
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Diamantina sedia 5º Seminário Nacional População, Espaço e Ambiente

UFVJM faz parte da organização do evento por meio do Laboratório de População e Ambiente

Entre os dias 19 e 20 de agosto, será realizado o 5º Seminário Nacional População, Espaço e Ambiente. Com o tema geral “Políticas públicas, dinâmica populacional e ambiente: dilemas da sustentabilidade e do desenvolvimento” o evento de 2019 coloca no centro da discussão a intersecção entre os estudos populacionais e suas relações com a dinâmica ambiental e com as políticas públicas. O seminário será realizado na Casa da Glória, no centro de Diamantina.

As inscrições (apenas para participação) são até o dia 18 de agosto, um dia antes do evento.

Para envio dos trabalhos, a data limite vai até o dia 20 de junho.

Confira os temas para a submissão de trabalhos:

  • Clima, cidades e mudanças na estrutura demográfica;
  • Saúde, segurança e soberania alimentar e políticas públicas;
  • Desastres, distribuição espacial, mobilidade e políticas públicas;
  • Consumo, estrutura demográfica e desenvolvimento;
  • Campo e cidade: transformações na paisagem e na população;
  • Populações tradicionais, políticas públicas e áreas protegidas;
  • Gênero, dinâmicas ambientais e questões demográficas;
  • Grandes projetos de infraestrutura, política econômica e impactos no ambiente e na população;
  • Perspectivas teórico-metodológicas para o estudo sobre população, espaço e ambiente: produção e uso de dados, releituras, antigos conceitos e novas abordagens;
  • Divulgação científica e popularização da ciência nos trabalhos sobre população, espaço e ambiente.

Saiba tudo sobre a submissão de trabalhos aqui.

A realização do evento é de responsabilidade do Grupo de Trabalho População, Espaço e Ambiente (GT PoPEA).

O GT PoPEA é formado no âmbito da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep) e tem por objetivo investigar as interrelações que se estabelecem entre os componentes da dinâmica demográfica e o meio ambiente, a partir de uma perspectiva multidisciplinar.  Conheça os representantes UFVJM e saiba mais sobre o grupo aqui.

Na UFVJM, o Laboratório de População e Ambiente (LAP) é coordenado pelo professor Glauco Umbelino. O LAP fica no prédio da Geociências, Campus JK.

Confira a programação do evento no site do 5º Seminário PoPEA.

Faça sua inscrição gratuita neste link.

Acompanhe o evento no Facebook.

 

18º  Seminário sobre a Economia Mineira

O 5º Seminário Nacional População, Espaço e Ambiente está incorporado ao 18º Seminário sobre a Economia Mineira, cujo tema é “A crise da mineração e as perspectivas econômicas, sociais e ambientais de Minas Gerais e Brasil” e que ocorrerá entre os dias 19 e 23 de agosto, em Diamantina. Saiba tudo o que está planejado neste link.

Last Updated on Monday, 10 June 2019 15:00
 
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Pesquisa revela que mais de 80% dos alunos da UFVJM vêm de escola pública

 

O estudo também revela que a maior parte dos alunos são pardos, mulheres e com renda per capita de até 1,5 salário mínimo


A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) tem 84,6% dos seus alunos de graduação vindos de escolas públicas, ou seja, que cursaram ensino médio público. Os números fazem parte da 5ª Pesquisa de Perfil Socioeconômico dos Estudantes das Universidades Federais, divulgada no último dia 16 de maio, e são referentes ao primeiro semestre de 2018. A pesquisa foi realizada pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Estudantis (Fonaprace) da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e apresenta outros dados sobre quem são os alunos da UFVJM.

De acordo com a pesquisa, a UFVJM conta com 8.949 alunos de graduação, sendo a maioria mulheres: 61,6% do sexo feminino, 38,4% do sexo masculino (7 alunos não declararam o sexo). Já em relação à cor dos alunos, o levantamento revelou que a maioria dos alunos da UFVJM, 56,3%, são pardos; 22,3% são brancos; 16,7% são pretos, sendo que desses 2,3% se declararam quilombolas; 2,9% são da cor amarela; e 0,4% são indígenas, sendo 0,2% indígenas aldeados e 0,2% indígenas não aldeados. Em relação à cor, 1,5% dos alunos não responderam à questão.

Os dados revelaram que 85,7% dos alunos da UFVJM têm renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo e apenas 2,4% (294 alunos) têm renda mensal per capita de mais de 3 salários mínimos. E 14,6% dos alunos (1.304) da UFVJM trabalham e 45,3 (4.051) estão à procura de trabalho. A pesquisa também apontou que 2.986 (33,4%) alunos da UFVJM foram beneficiados com a Política de Assistência Estudantil. E, ainda, que a maioria (53,7%) usa o transporte coletivo (ônibus, van e etc) como meio para chegar até a universidade, outros 8,8% vão a pé; 4,4% de bicicleta; 16% pegam carona e apenas 11,6% usam transporte próprio (moto, carro e etc).

Quando o assunto é orientação sexual, a pesquisa aponta que 83,9% se declararam heterossexuais; 6,3% homossexuais; 4,1% bissexuais; 2,3% preferiram não se classificar; também 2,3% optaram por não responder à questão; 0,2% declararam ser pansexuais; 0,6 optaram pela opção outros; e 0,1% se colocaram como assexuais.

Já em relação à distribuição de alunos entre os cinco campi da UFVJM, os dados mostram que 5.618 alunos são do Campus JK (Diamantina); 2.078 do Campus do Mucuri (Teófilo Otoni); 511 alunos são do Campus Unaí; 407 são do Campus I (Diamantina), e 335 são do Campus Janaúba. E, do total de alunos, também foi revelado que 454 alunos da UFVJM (5,1%) têm alguma deficiência.

Para o pró-reitor de Assuntos Comunitários e Estudantis, professor Fernando Joaquim Gripp Lopes, “diante do perfil levantado dos discentes da UFVJM pela pesquisa, percebe-se a necessidade de manutenção e ampliação das políticas de assistência estudantil na universidade. Os dados reforçam a importância do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) no sentido de promover a permanência desses estudantes no ensino superior, bem como na diminuição das desigualdades sociais e econômicas”, destaca.

 

A Pesquisa


O estudo da Andifes tinha como objetivo instrumentalizar políticas de assistência estudantil, bem como fornecer dados para a defesa da educação pública no país. Acompanhe no vídeo produzido pelo Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom) os depoimentos de estudantes de todo o Brasil que apresentam como o ensino público, gratuito e de qualidade faz a diferença.

 

 

Conheça os dados nacionais revelados pela pesquisa aqui.


Last Updated on Friday, 07 June 2019 16:45
 
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Solução para troca da cobertura das estufas economiza 90% do orçamento inicial

A Divisão de Fazendas da Pró-Reitoria de Administração (Proad), em conjunto com a Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), acabaram de realizar um importante trabalho de substituição da cobertura das estufas localizadas na Fazenda Experimental de Couto de Magalhães e no Campus JK.

Das 34 estufas da universidade, 24 tiveram seus plásticos trocados, totalizando mais de 4.200m² de novas coberturas. As estufas abrigam projetos de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão.

É necessário fazer a substituição das coberturas a cada quatro anos, em média, e, até então, nunca tinha sido feita – apenas algumas pontuais, com recursos de projetos. O desafio foi encontrar uma maneira para viabilizar o serviço com o menor custo possível.

A solução encontrada pela Divisão de Fazendas foi a elaboração de um novo contrato com a empresa de funcionários terceirizados para a universidade, o que permitiu que alguns terceirizados da FCA recebessem capacitação e executassem o serviço. Com isso, de um orçamento inicial de R$185 mil a ser executado por uma empresa externa, foram gastos apenas R$15 mil com a compra dos plásticos, gerando uma economia de mais de 90% em relação ao custo inicial.

 

Trabalho de troca de cobertura nas estufas da Fazenda Experimental de Couto de Magalhães. Fotos: Divisão de Fazendas / Proad

Trabalho de substituição da cobertura das estufas do Campus JK. Fotos: Divisão de Fazendas / Proad

Last Updated on Wednesday, 24 April 2019 12:22
 
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Inauguração do campus marca história da UFVJM em Janaúba

A inauguração do Campus Janaúba ontem (17/4) foi um momento histórico para a UFVJM, para os atuais 359 alunos, 75 servidores e 24 funcionários terceirizados, para a cidade de Janaúba e região. Momento de ver a concretização de um projeto iniciado em 2013.

O vice-reitor, Cláudio Rodrigues, faz o discurso de inauguração do Campus Janaúba

 

Para chegar ao evento de ontem, foi necessário muito trabalho da atual reitoria nos últimos quatro anos. Foram inúmeras negociações com as gestões anteriores do Ministério da Educação para liberação de recursos financeiros destinados à urbanização do campus, que não tinha nenhum recurso quando do início das obras.

Com o MEC também foram feitas negociações em relação à liberação de vagas de professores, fundamentais para que os cursos de engenharia existissem. Além disso, foram vários encontros com parlamentares, para que ajudassem na liberação de recursos contingenciados, e com políticos da região visando viabilizar a implantação do campus. Importante foram as negociações com as empresas envolvidas na construção, para realizar correções e adequações nos projetos e manter as obras, mesmo com as dificuldades nos pagamentos.

Importante também foram as parcerias com a Prefeitura de Janaúba, a Copasa e a Cemig. Em todo o processo, a reitoria destaca o esforço e empenho de muitos servidores, de diversos setores administrativos da universidade, para que o campus definitivo fosse implantado.

Ainda há muito a se fazer para que a estrutura atenda de maneira completa e satisfatória a toda comunidade acadêmica. Mas a inauguração do campus definitivo já é um grande passo para a universidade e região. A reitoria reforça que continuará trabalhando incansavelmente, até o último dia do mandato, para a melhoria e consolidação do Campus Janaúba da UFVJM.

As fotos do evento são de Quézia Bernardes e Roberto Allan. Veja todas as fotos neste link.

 
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