Notícias da UFVJM

Grupo de Ginástica de Diamantina recebe inscrições

Inscrições de novos integrantes podem ser feitas em 17 e 19 de março

Venha fazer parte do Grupo de Ginástica de Diamantina.

O Grupo de Ginástica de Diamantina (GGD) é um grupo composto por jovens e adultos da comunidade da região, membros internos e externos à UFVJM, que se reúne semanalmente para desenvolver habilidades no campo da ginástica. Por meio de uma prática corporal livre, criativa e expressiva, tem como principal objetivo desenvolver produções coreográficas que são apresentadas em eventos científicos e culturais dentro e fora da UFVJM.

As inscrições serão recebidas nos dias 17 e 19 de março, terça e quinta da próxima semana.

Para fazer inscrição, é preciso ter 18 anos de idade ou mais e ter disponibilidade para participar dos encontros às terças e quintas, das 16h às 17h30.

Se quiser experimentar uma aula, basta comparecer ao Laboratório de Ginásticas no prédio de Educação Física do Campus JK da UFVJM.

Para mais informações, o interessado pode acessar: http://ggdufvjm.wixsite.com/ggdufvjm.

O cartaz possui fundo preto. Ao centro verticalmente e alinhado à esquerda temos um retângulo branco com contorno em azul acinzentado e há também a logo do Grupo de Ginástica de Diamantina como marca d'água centralizada no retângulo. Na parte superior desse retângulo temos a mensagem informativa 'Atenção para o período de inscrição para novos integrantes do Grupo de Ginástica de Diamantina'. Abaixo temos três imagens de pessoas realizando movimentos de ginástica. À direita temos em um retângulo azul as informações dos dias de inscrição para o grupo 'dias: 17 e 19 de março de 2020', 'local: Laboratório de Ginástica - prédio de Educação Física, Campus JK'. Em seguida temos as informações 'Comparecer com roupa adequada para participar da aula.' E os pré-requisitos para a participação: 'ser maior de 18 anos de idade; ter disponibilidade às terças e quintas, das 16hs às 17h30'.

Last Updated on Friday, 13 March 2020 16:32
 

Participe do Encontro de Fazeres

Projeto de extensão promove encontro de pessoas com deficiência motora para realizar trabalhos manuais em grupo

Quer participar de um grupo que te dá oportunidade de explorar suas habilidades motoras?

O projeto de extensão Encontro de Fazeres convida adultos com sequelas crônicas de doenças neurológicas a explorar suas capacidades diante da nova condição de saúde, vivenciando antigas e novas habilidades através de um grupo de atividades manuais. O encontro acontece semanalmente, às quintas-feiras, das 14h às 16h, na Clínica-Escola do Departamento de Fisioterapia da UFVJM, Campus JK.

Em todos os encontros são realizadas rodas de conversa, atividades corporais como jogos, circuitos, relaxamentos e dança para experimentar movimentos com o corpo e, em seguida, os trabalhos manuais.

De acordo com a professora Thaís Gaiad, coordenadora do projeto, “o fazer com as mãos é trabalhado por meio de atividades simples, como artesanato, pintura, dobraduras, culinária, horta e jardinagem. Os temas para os trabalhos manuais são escolhidos a partir dos encontros, das habilidades prévias dos participantes e da equipe, para que haja troca e valorização das experiências de cada pessoa”.

Para participar, entre em contato com a Clínica-Escola de Fisioterapia , pelo telefone:  (38) 3531-1239, ou envie e-mail para: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it .

Encontro de Fazeres

O projeto Encontro de Fazeres tem registro na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura/UFVJM ( SIGProj 340335.1908.322052.01102019). Conta com a participação de professores do Departamento de Fisioterapia, estudantes da área da saúde de qualquer período e profissionais.

O grupo de atividades tem como objetivo promover a troca e valorização de experiências do fazer e socialização aos integrantes, além de promover aos estudantes de graduação, que conduzem as dinâmicas, a possibilidade de desenvolver a habilidade de comunicação, de organização de um grupo de atividades e solução de problemas reais através da convivência com as pessoas com deficiência.

Participe!

Cartaz em fundo azul, com textura, tem no canto superior esquerdo o nome do projeto Encontro de Fazeres, com desenho de quatro mãos espalmadas, duas na cor azul escuro e duas na cor rosa, dentro de um círculo. Abaixo desse círculo, dentro de um retângulo branco que tem uma mão espalmada no canto superior esquerdo, na cor azul escura, há três frases: Roda de conversa; trabalhos manuais; troca de experiências. Logo abaixo, outro retângulo branco com uma mão espalmada no canto superior esquerdo, na cor azul escura, há a frase: Para todos que possuem limitações neurológicas. Abaixo, em letras pequenas e pretas, há o ex: Parkinson, AVE, traumas neurológicos, aneurismas;Ao lado desse círculo e dois retângulos, agora mais à direita do cartaz, há quatro fotos, organizadas em duas e duas, na altura correspondente ao espaço ocupado pelas formas geométricas já descritas. São registros de momentos de atividades do projeto.;Logo abaixo, há as informações sobre as atividades do projeto: Horário: quinta-feira, das 14h às 16h. Local: Clínica-Escola de Fisioterapia, Campus JK, UFVJM. Ao lado dessas informações, o endereço da conta do projeto no Instagram: @encontrodefazeres e Mais informações: (38) 3532-1239; e o endereço de e-mail 
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 </script>;No rodapé, uma tarja azul escura, com uma mão branca espalmada à esquerda, e os seguintes dizeres em letras também brancas: Um encontro de dizeres, saberes e fazeres. Venha fazer parte desse grupo! Ao lado dessa tarja, a marca da UFVJM e da Clínica-Escola de Fisioterapia da UFVJM.

Last Updated on Friday, 13 March 2020 14:55
 

Pesquisadores da UFVJM produzem dossiê sobre sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas

Sistema Agrícola tradicional da região de Diamantina recebe reconhecimento da FAO

Em solenidade realizada ontem, dia 11 de março, em Brasília, no Ministério da Agricultura, o sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas na Serra do Espinhaço foi reconhecido como Sistema de Patrimônio Agrícola de Importância Global (GIAHS), gerenciado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). É a primeira vez que uma região do Brasil conquista o reconhecimento do GIAHS.

O selo de reconhecimento, concedido pela FAO, é destinado a sistemas no mundo que atravessaram adversidades ao longo da história e, mesmo assim, foram capazes de manter suas tradições culturais, diversidade agrícola e cumprir uma função ecológica. Até o momento, 59 sistemas de 22 países do mundo foram contemplados.

Apanhadores de flores sempre-vivas recebem certificado da FAO (foto: Márcia Campanaro)

 

Processo de reconhecimento do sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas

O processo para o reconhecimento do sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas teve início em 2016, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) pré-selecionaram cinco locais no Brasil, entre eles a região da Serra do Espinhaço, para pleitear o selo. Em 2017, foi realizada uma ação junto aos apanhadores de flores sempre-vivas e à Comissão em Defesa dos Direitos das Comunidades Extrativistas da Serra do Espinhaço de Minas Gerais (Codecex), que levantaram como comunidades rurais aptas ao pleito, as das cidades de Buenópolis, Diamantina e Presidente Kubitscheck.

Para se candidatar, segundo informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), o sistema agrícola deveria ser único e atender a determinadas características como, por exemplo, possuir uma paisagem diferenciada, rica biodiversidade, segurança alimentar, modelos de gestão diferenciados com sistemas de conhecimento local e tradicional, tecnologias de produção engenhosas, identidade cultural e valores socioculturais utilizados para sua manutenção.

A fim de auxiliar na candidatura, pesquisadores de cinco universidades públicas brasileiras, entre elas a UFVJM, foram os responsáveis pela produção do dossiê técnico-científico que conta a história do sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas. São eles: professores Claudenir Fávero, do Núcleo de Agroecologia e Campesinato (NAC) e Maria Neudes Sousa de Oliveira, do Núcleo de Estudo em Ecofisiologia Vegetal (NESFV) da UFVJM; professor Aderval Costa Filho, do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA) da UFMG; professores Gustavo Soldati e Reinaldo Duque, do Laboratório de Etnoecologia e Agroecologia (LEA) da UFJF; e pesquisadora Fernanda Testa Monteiro, do Laboratório de Geografia Agrária (LGA) da USP.

O documento foi encaminhado à FAO pelo Ministério das Relações Exteriores, em novembro do ano passado, juntamente com o plano de conservação dinâmica elaborado pela Codecex em parceria com o governo de Minas Gerais, prefeituras e outros parceiros.

D.Jovita, apanhadora da Mata dos Crioulos, recebe certificado pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina (foto: Márcia Campanaro)

 

Um pouco mais sobre o sistema agrícola tradicional dos apanhadores de sempre-vivas

Localizado em áreas montanhosas, o mosaico único de paisagens e ecossistemas do Espinhaço, onde a sempre-viva é endêmica e é colhida, é uma região com rica biodiversidade e desempenha um papel crucial na regulação das chuvas da região. Os agricultores locais, também conhecidos como coletores de flores sempre-vivas, desenvolveram um sistema agrícola eficaz que combina coleta de flores, jardinagem agroflorestal, pastoreio de gado e cultivo de culturas - tudo realizado em diferentes altitudes que variam de 600 a 1.300 metros.

Esse sistema complexo é baseado em uma ampla gama de conhecimentos e práticas tradicionais passados de geração em geração, ajudando as pessoas a alcançar a harmonia com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, garantir sua segurança alimentar e de subsistência.

Os apanhadores aprenderam a lidar com a paisagem e com todas as adversidades encontradas ao longo dos séculos. No topo da serra, eles soltam o gado em uma parte do ano, coletam e fazem o manejo das flores sempre-vivas. Nas partes mais baixas, realizam o plantio das roças de toco e fazem uso de sementes crioulas, cultivadas ao longo de gerações. O conhecimento é secular e, por meio dele, o homem vem realizando intervenções sustentáveis em regiões pouco atrativas devido às características do solo e relevo.

Movendo-se pelas montanhas e seguindo as práticas tradicionais de coleta de flores e criação de gado, as pessoas enriquecem os campos nativos com uma variedade de espécies de culturas, permitindo que os ecossistemas e paisagens se regenerem e se diversifiquem a partir dos ciclos naturais de cada espécie.

O resultado é um sistema agrícola com uma paisagem notável que tem resistido às mudanças climáticas e sociais, e refletido em importante material genético para o futuro da humanidade.

Last Updated on Friday, 13 March 2020 08:50
 
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